O Banco GM enviou a Willers, então, correspondência informando o valor da venda e requerendo pagamento de uma dívida pendente no valor de R$ 0,01, que deveria ser paga na sede do banco, em Porto Alegre. Segundo o site Espaço Jurídico, o industriário considerou que a situação estivesse resolvida. Mas o banco lavrou quatro protestos pelo não pagamento da dívida e inscreveu Willers em cadastros de proteção ao crédito.”“

Tá, eu sei que o Ká não é da GM…
Mas foi o mais fácil pra fazer a montagem da moeda
Nada como uma gerência financeira eficiente… Aposto que a cola do selo da conta enviada pelo correio já valia mais que a dívida.
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