Dez 16 2006
Sempre atrás do alemão
Acabei de chegar da sessão de treinos do Desafio Internacional de Kart que está rolando aqui em Floripa. É mais um daqueles eventos que não valem campeonato nenhum e a Globo adora mostrar no domingo de manhã ao vivo durante o Esporte Espetacular. São 25 pilotos (brasileiros e estrangeiros) das mais diversas categorias (Fórmula 1, Stock Car, etc), que amanhã vão competir em 2 baterias pra ver quem sobe no simbólico pódio.

Mas, voltando aos treinos de hoje, o Felipe Massa voou baixo e vai largar na frente na 1ª bateria de amanhã, seguido pelo Antonio Pizzonia e pelo Nelsinho Piquet. Além disso, de todos os 25 pilotos que participaram da sessão classificatória, adivinhem quem foi o ÚNICO que passou reto na curva, bateu na proteção de pneus, e conseguiu quebrar o carro?
Vocês tem meia chance…
Valeeeeendo!



Como é possível um piloto de F1 conseguir quebrar um kart?
haehheahea foi foi foi foi ele:
rrrrrrubiiinho barrichello, haja coração!!!
como diria o galvão
RrRrRrRrRruubiiiiiiiiiiiinho Barrichelo! Güenta Coração!!!
XD
[…] Aceitou ser motivo eterno de chacota de todo povo brasileiro (e do Schumacher, do C&P, do VA, etc…) para garantir um título futuro pela melhor escuderia da época, num momento hipotético em que o Schumacher se aposentasse e ele se tornasse o tal do “1º piloto”. Resultado? Quando Schumacher se aposentou e largou a teta vermelha, Rubinho já pilotava um carro da Honda há tempos. Cada vez mais longe da possibilidade de ganhar algum título, mas ainda ganhando os milhões por ano. Tive duas (1 - 2) oportunidades de ver Barrichello pilotando ao vivo, e posso dizer que o cara não deve nada em termos de braço para todos os outros (incluindo aí o alemão). Infelizmente faltou nele um pouco do gene que o Senna tinha na medida certa, e o Piquet(o pai) tinha de sobra. Aquele gene que, quando recebesse o recado pelo rádio pedindo para tirar o pé, até o fizesse num primeiro momento, mas somente até o carro do companheiro de equipe emparelhar com ele. Pra daí jogar o próprio carro pra cima do outro, fazendo com que as duas Ferraris ficassem paradas por ali mesmo, a poucos metros da linha de chegada. Sim, a dor no coração ia ser a mesma… […]