Mar 16 2007

Descanse em paz. Ou não.

Autor: melo. Categoria(s) Irônico, Bizarro

Homem é chamado para reconhecer próprio corpo
 
Vitório Fagundes Rodrigues, 57 anos, foi chamado pela polícia para reconhecer o próprio corpo no Departamento de Medicina Legal (DML) de Porto Alegre (RS) e confirmar que não estava morto. Rodrigues foi assaltado em outubro de 2006, quando entregou o carro e um documento de identificação da empresa onde trabalha. O crachá não tinha sua foto, apenas seu nome e os de seus pais.
 
Rodrigues viajou a trabalho no dia 9 de março. À tarde, a polícia entrou em contato com sua mulher para dizer que Rodrigues tinha morrido atropelado em Porto Alegre. Ela ligou para o celular do marido e ouviu do próprio que tudo estava bem. O hospital encaminhou o corpo que estava com o documento furtado para o Departamento de Medicina Legal e, nesta quinta-feira, Rodrigues foi chamado para dizer que o morto não era ele.

 

 
Alguém me explica o porquê de se ter o nome dos pais do funcionário num crachá de empresa?
 

Obs: Mais um agradecimento à soteropolitana Carol Ramos. E outro ao Zeba.

 

Essa eu juro que fiquei na dúvida, mas não é que o Buscapé tem? Compare preços de crachás, e facilite a vida do Severino!

7 Responses to “Descanse em paz. Ou não.”

  1. cardosoon 16 Mar 2007 at 2:30 pm

    Uma vez uma das filiais reclamou que os estagiários do suporte não tinham uniforme (d’oh!) nem identificação. Então surgiu a idéia de um crachá. Antes que gastassem uns R$3 mil no projeto, me propus, já que estava parado, a fazer um modelo, que seria replicado em papel cartão na Laser, com direito a foto digitalizada, bonitinho como a filial acharia que um crachá deveria ser.

    O que seria um trabalho de 10 minutos no Corel mais meio-dia tirando foto dos 6 estagiários, montando e imprimindo virou trabalho de MESES.

    O Gerente da área foi pedir aprovação da diretora responsável pelas filiais, mas antes passou pelo diretor de tecnologia, que pediu um estudo de impacto para saber se valia a pena gastarmos recursos internos.

    Depois os modelos começaram a descer, com alterações. No final o crachá tinha nome, endereço, CPF do estagiário, DUAS assinaturas de responsável…

    Sei que saí de lá e ainda não havia sido escolhido um modelo final. Meu último modelo, estilo chutando pau da barraca, parecia credencial de show de rock.

  2. j. noronhaon 16 Mar 2007 at 6:23 pm

    Só faltou o legista perguntar: “o senhor tem certeza?” HuahuHuahUha…

  3. Maiconon 16 Mar 2007 at 7:30 pm

    eu vi essa noticia ontem na tv e o que mais me intrigou na situaçao é que se o corpo so tinha um cracha como fizeram o obito? de onde tiraram os numeros de CPF, RG e os demais dados.
    mas mesmo assim, digamos que o cracha do cara era igual ao que o nosso amigo cordoso quase fez.
    por que ninguem ligou pra empresa do cara pra pedir mais informaçoes, comunicar os parentes?
    o imposto que nós pagamos pagou pelo congelamento do corpo por 2 meses só porque ninguem teve boa vontade e iniciativa de resolver a situacao.

    se tivessem so dado entrada no hospital com os dados do cara tudo bem, mas deixar isso por dois meses e até fazer o obito do cara!!?

    fala serio!!

  4. carniceiroon 16 Mar 2007 at 9:20 pm

    Nao sei como é que o homen vai provar que ele não estava morto…

  5. Tineon 17 Mar 2007 at 10:30 am

    Kakakaka… será que ele vai chorar no seu próprio enterro???

    Eita crachazinho porreta… será que tinha conta bancária e senha?? uauaua

  6. Verdade Absoluta » Dura, afinalon 17 Abr 2007 at 4:28 pm

    […]     Advinhem quem foi chamado para reconhecer o corpo?   Obs: Agradecimentos ao leitor Richard, de Taubaté(SP) […]

  7. crismacleitonon 01 Mai 2007 at 2:56 pm

    essa e boa!se ele ta vivo reconhecer o q?

Trackback URI | Comments RSS

Leave a Reply