Sim, acabaram minhas férias. Ou não.

Museu de Londres exibe “cabeça de sangue” congelada
 
Um provocante autorretrato feito pelo artista britânico Marc Quinn com mais de cinco litros de seu próprio sangue e posteriormente congelado está exposto a partir desta quinta-feira na coleção permanente da National Portrait Gallery de Londres. “Self” é a quarta de uma série de “cabeças de sangue” feitas por Quinn com sangue congelado e que se tornou uma das imagens célebres do movimento Brit Art, liderado por Damien Hirst.
 
Entre cinco e seis litros de sangue foram necessários para sua elaboração, segundo o museu. Desde que iniciou o projeto, em 1991, o agora quarentão Quinn fabricou um novo molde a cada cinco anos para “documentar a própria transformação e envelhecimento”. “Esta escultura surgiu do desejo de levar a arte do retrato ao extremo, uma representação que não tem apenas a forma do modelo, mas que é feita da carne do modelo”, declara Marc Quinn em um comunicado.


 
Gostando ou não deste tipo de “arte”, numa coisa temos que concordar: é preciso muito sangue frio pra fazer uma obra dessas.
 
Tun-dun-psss!

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  1. #1 » Mariel - em 15/10/2009 às 07:22

    Sangue? Cabeça? Eu pensava que ‘cabeça’ cheia de sangue era outra coisa…

  2. #2 » Bruna - em 15/10/2009 às 16:46

    E, sim, a Zero-Dois ficou com nojinho desse treco.

    (Oi, Mariel!)

  3. #3 » Mariel - em 15/10/2009 às 23:36

    Bruna :
    (Oi, Mariel!)

    Oi, Bruna!
    Cê tá ficando importante, hein? Cheia de compromissos… Desejo muuuuito sucesso pra você!
    Um monte de beijos…

  4. #4 » Pepe Legal - em 16/10/2009 às 17:25

    Ver isso me deu vontade de comer chouriço…

  5. #5 » Fred Selva - em 17/10/2009 às 16:32

    uai, Tia! tá saidinha, hein?

    um rechonchudo e saudoso beijo pra Bruna.

  6. #6 » Mariel - em 19/10/2009 às 19:39

    Fred Selva :
    uai, Tia! tá saidinha, hein?

    Quem vai ao ar perde o lugar, véi!
    Se liga e muda o disco… agora quem tá chato é você!

  7. #7 » Tarilonte - em 21/10/2009 às 02:45

    Imagina isso aí derretendo.
    Típico de um poema do Baudelaire.

  8. #8 » malu - em 21/10/2009 às 10:20

    Eu acredito que a arte é a manifestação de nossa visão do mundo.
    A arte dele é bizarra, macabra, medonha, sombria, horrenda, fúnebre…

(não será publicado)

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