Jan 27 2006
DNA libera homem depois de 24 anos de cadeia
“Um exame de DNA foi a prova para libertar o americano Alan Crotzer, condenado a 130 anos por rapto e estupro de uma mulher e a filha adolescente dela, após 24 anos, nos Estados Unidos. Crotzer, 45 anos, ganhou a liberdade nesta segunda-feira. Ele foi condenado junto com os irmãos Douglas James e Corlenzo James pelas acusações de assaltar uma família na cidade de Tampa, Flórida, em 1981, segundo a rede CNN. Segundo as acusações, eles também teriam raptado e estuprado uma mulher de 38 anos e sua filha de 12 anos sob a mira de uma arma.
Crotzer foi identificado por uma vítima por meio de uma fotografia. Apesar de um dos condenados declarar que Crotzer não estava envolvido, ele foi condenado. Há três anos, Crotzer entrou em contato com o Innocense Project (projeto inocência), uma clínica forense que ajuda condenados que podem provar sua inocência usando exames de DNA como prova. “
Crotzer foi identificado por uma vítima por meio de uma fotografia. Apesar de um dos condenados declarar que Crotzer não estava envolvido, ele foi condenado. Há três anos, Crotzer entrou em contato com o Innocense Project (projeto inocência), uma clínica forense que ajuda condenados que podem provar sua inocência usando exames de DNA como prova. “

A indenização não vai ser fraca
24 anos preso equivocadamente como estuprador ( e todos sabem o que acontece com estuprador na cadeia )… Esse já pagou todos os pecados de sua vida, antecipadamente.
Adaptado de texto completo (em inglês) em CNN.



texas holdem…
…
Tem gente que defende o estupro na cadeia como pena para o estuprador, o que dizem agora? Como reparar esse erro? Pela lógica ele teria direito a estuprar número igual de mulheres aos estupros que ele possa ter sofrido enquanto estava preso, e receber do Estado pensão vitalícia e de valor alto. Se o cidadão quando erra paga altos valores em muita, o mesmo deve ser feito com o Estado. Seria bom, ainda, que o juiz, o promotor e os jurados (caso existam) também fossem punidos para pensarem melhor antes de condenarem inocentes.